quinta-feira, 26 de abril de 2012

Quando as almas são livres

Quando as almas são livres
O sentido de liberdade
É algo maior que ele própria
Um caminho brando
Um sorriso franco
Uma estadia,
Uma companhia
Um carinho de amigo
Quando as almas são livres,
Tudo isso pode ser sentido em silêncio
Na distância, na presença
Quando as almas são livres,
A amizade e o amor são do tamanho
Do brilho intenso dos olhos
Juntos, pra sempre... sempre... sempre...

Flávio Rocha

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Choveu...




Choveu...

Estávamos andando na rua e de repente
Uma gota d’água escorreu de teu rosto
Descendo mansa,
Como sentindo um caminho onduloso
Parecia ter vinda de teus olhos,
Descendo pelas covas que ali nasceram
Pensei em segurá-la com todo meu carinho
Ah se eu pudesse segurá-la
Ela assim seria minha pra sempre...
E foi quando você sorriu e
Aquela gota d’água
Que ainda pairava ali,
Brilhou, refletindo a luz
vinda de uma janela aberta,
de onde se ouvia outros risos felizes
E seu sorriso permaneceu ali eterno
em mim,
e você disse:
Choveu...
FR

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Que venha 2009!!!

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Uma postagem especial


Maria fala pra Mãe de Judas após a morte de seus filhos


"Nossos filhos não são nossos filhos, são filhos da ânsia da vida! Vem por nós, mas não nos pertencem, podemos até abrigar seus corpos mas não sua alma. Nós somos o arco na mão do grande arqueiro. Sejamos bons arcos é o bastante, pois a vida não sabe andar pra trás. Confiai teu filho as ondas assim como eu confiei o meu... !"

Abnegação e resignação... nas lindas palavras de Maria... essa que simboliza a grande mãe... a criadora de um povo, que criou o Homem, Aquele a que todos respeitamos, acreditando ou não... mas de sua benevolência e solidez, nos demove de incredulidades e nos firma a credulidade de ser um ser cada vez melhor... uma mulher simples, igual a todas as outras e se fez assim... igual... mas tão próxima da luz, a qual muitos de nós vão se afastando durante os tempos aqui nessa existência... somos um pouco da força, da esperança e da bondade do que vemos em Maria, cabe a nós percebermos e decidir sermos... pois somos filhos da ânsia de ser!!!
Bjuss e abraços pra vcs todos... Flávin

Tuas mãos


Tuas mãos

Lembro-me das covinhas e cada curva de tuas mãos
Que um dia me conduziram a você

Você chegou a mim,
Me deu a mão
E ali estavam elas...
Covinhas, que não me saem da memória;
Mãos delicadas
Como as que de uma criança
Porém, de palmas ásperas, de luta e força,
Que precisaram fazer pela dura vida,
Te deixando ainda mais indefeso
Que teus olhos denunciavam...
Essas mãos onde me aconcheguei
E que por muito, me acarinharam...
Velaram-me o sono...
Correram sobre todo o meu corpo
Cada centímetro vasculhado
Por tatos curiosos e consentidos
Por intimidade
Como se ali fosse tudo teu
E dessas mãos...
Fixaram tua força em mim
Ganharam minha alma...
Suas mãos que um dia me fizeram seu...
Com a mesma delicadeza de sua existência
Hoje batem palmas ao mundo...
E que sigam, seu apontado destino;
E que toquem, como me tocaram um dia...
Pois elas em mim,
Ficaram para...
Sempre... Sempre... Sempre...

Flávio Rocha

sábado, 12 de maio de 2007

A um amor q não aconteceu...

Seria

Seria uma das pessoas
mais importante de tua vida...
compartilharia tudo q de bom
a vida nos oferece...
teria todo cuidado pra nunca magoar
e toda delicadeza em tocar...
seria tão imensamente feliz,
que só poderia dar felicidade...
tão companheiro,
que as estradas da vida,
pareceriam feitas de ladrilhos amarelos...
seria tão sutil,
quanto o amor não supõe ser
e tão ávido,
quanto paixão não pode sequer suportar...
veria a “mágica” acontecer
a cada reencontro,
a cada olhar
e a cada abraço...
como aquele sentimento de frio e calor
em profusão de bons sentimentos...
onde se perde as forças das pernas,
q se seguram em um sorriso latente...
seria... seria sempre... sempre... sempre... sempre...
Sou hoje, em parte,
o verso da presença de seu versejar...
que me ajudou,
me fez rever,
me apoiou,
que me fez sorrir
e me encantou...

Flávio Rocha

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Vam bora!!!

"que o que vc demora,
é o que o tempo leva..."
e toda hora
vamo brincar
dispor da simplicidade
vamo brincar
sorri sem contenções
vamo brincar
chutar a bola e esquecer
que a frente tem uma janela
vamo brincar
esquecer a altura do muro
num salto
vamo brincar...
juntar as mãos
e cantar uma simples música antiga
daquelas de roda... lembra?
vamo brincar
falar de bicho papão aos bobos...
sermos bobos
vamo brincar
vem vam bora
vem fazer comigo
na brincadeira do cio
de ser...

Flávio Rocha


Foto by Nilza Rocha / 2006

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Camaleão antropófilo...


Não sou poético


Sou sensível, não sou poético...
sou um antropófilo que...
tem apenas ouvidos e olhos sensíveis...
que se ecoam em dedos ávidos
de dizer aos outros o que sentem, em conjunto...
e uma boca que grita aos que estão perto,
toda a sua história,
em meio as estórias de outros
misturadas as próprias com a mesma importância.
Preciso de certa mágica
e certa compreensão sobre minhas impossibilidades,
ou latentes possibilidades...
que me fazem ser quem eu sou,
apenas esse algo complexo...
igual a qualquer outro ser humano;
as impossibilidades do ser humano,
são mais fortes...
minhas impossibilidades
são mais fortes...
mas quero,
quero possibilidades de amar...
e ainda que complexo, simplesmente...
sempre... sempre... sempre... sempre...

segunda-feira, 2 de abril de 2007

Eu quero


Um “PL” tão infantil e simples quanto esse momento, apenas para não nos deixar esquecer do tão belo que é viver... Saudades de todos vcs!

Eu quero

Quero ser o mais feliz de todos os seres
Ser a água que corre
No leito do rio
Que desce as corredeiras
A encosta da montanha
Ser a terra que semeia
Que nos firma o passo
Que sustem as casas
Ser o ar que respiro
Onde voam os pássaros
Onde segue impressionantes máquinas flutuantes
Pipas, cafifas multicores
Em meio a nuvens;
Ser o fogo que aquece
Que transforma pedra bruta
Em lindo colar
Lareiras românticas, dosadas de bom vinho
Quero ser eu, dotado de tantos sonhos
De tantas percepções de vida fiel
Quero sorrir como agora
Ao lembrar de tudo o que há de belo
E de meus amigos e amores ao meu lado
Desfrutando de toda essa contemplação
Da simplicidade de ser feliz

Flávio Rocha

domingo, 25 de março de 2007


Esse fio de lágrima é meu

Chorei,
Mas não foi por ti
Foi por mim
Por minha estupidez
Ou extrema sensatez
Por meu engano...
Como me engano!

Como não pude ver os sinais da desistência
Como pude me deixar levar
Por meus próprios anseios projetados em ti...

Não, você não mentiu pra mim
E nem me iludiu,
Eu me fiz de cego...
Quis tanto que não vi o claro do todo
Sei que também me queres
Assim como te quero...
Entendo não ser possível hoje,
Mas a dor não é menor
apenas por entender...

Chorei sim
Chorei por mim...
Pois de mim eu sai, para te permitir
Invadir com teu carinho,
Com tua fala mansa,
Com teu jeito sedutor...
Não te preocupes em não mais, eu
Chorar por ti
Pois é por mim que choro
Sem ti...
Esse fio de lágrima é meu
Flávio Rocha

sábado, 24 de março de 2007



Sorrir por ti

Por amar, sorri mais que o rosto
Tomei banho de chuva e
Mergulhei no chão do campo molhado da mesma chuva
Por amar, escondi uns segredinhos...
Mas divulguei tantos outros
Por amar, olhei pra ti sem defeitos
Encobri meus defeitos...
E o que são defeitos, eles existem?
Por amar, estive em cada passo teu
Ainda que de muito longe
Velando teu caminho em oração...
Por amar, cantei desafinado ao teu ouvido
Sem me importar com tua angustia,
De minha parca sonoridade!
Quem te manda sorrir pra mim, quando eu canto?
Somente te amando,
Cheguei ao êxtase em seu deleite
E percebi o quanto o ser humano pode ser feliz
E estar tão próximo ao criador...
Por amar, estive em seu caminho
E estarei sempre... sempre... sempre...
A sorrir por ti...

Flavio Rocha

quarta-feira, 21 de março de 2007


Jornada nossa

Somos muitos nessa jornada...
nos percebendo pássaros,
vivendo e experimentando, diariamente...
cantando, entoando, soprando, suspirando
nossas próprias ilusões ruidosas
nossos sonhos melodiosos...
ciranda de nós mesmos,
crianças em cantiga de rodas...
nós, comuns, pequeninos e individuais seres;
Vou na tua estrada e na minha
Compartilhando nosso caminho
Em amizades, amores e paixões...
Por esse destino sigo sempre...
Sempre... sempre...

Flávio Rocha

segunda-feira, 19 de março de 2007

Meu lindo Chicó


É... meu nenzinho está se indo... meu companheiro de tantas lambidas em minhas lágrimas, de várias bolas de papel... de corridas para escorregar nas revistas embaixo da mesa... nossa... doi né... tão novinho e ninguém sabe o que ele tem... tá se indo meu lindo... tá sofrendo... estamos também... oh meu Chicó... tá doendo sua precipitada partida... que Deus te abençoe meu filho, só eu e vc sabemos o que vc fez por mim...

Se foi num domingo de sol (18/03/2007), passou por aqui, fazendo e deixando amigos... um pequenino ser adorável... já temos saudades meu lindo, mas temos a certeza de sua missão por aqui... Obrigado meu filho... pai te ama pra sempre...

sexta-feira, 16 de março de 2007

Óvulo fecundo


Óvulo fecundo

Eu sou apenas
um pequenino ser
em construção,
óvulo fecundo em
ninho de meu caminho
a espreita de contínua eclosão
de algumas rimas de fato
de alguns fatos sem rimas
de verdades minhas
de ilusões minhas
e gestos infantis...
que os conservarei
por todo o meu tempo
aqui nesse mundo!
ELE me fez assim
assim serei

Flávio Rocha

“Nada é maior
Que dar amor
E receber...
De volta amor”

terça-feira, 13 de março de 2007



Incertezas tuas

Encantador ser de desejo
Em maresia ondulosa
De tuas intenções
Obscuro ser indecifrável
Seguro de ti
Mas de aparência amável
Que o destino nos leve
Ao êxito conjunto
De enlace
Vencendo as indefinições
E as incertezas todas tuas

Flávio Rocha




Foto by Nilza Rocha 06/2006

domingo, 11 de março de 2007

Versos alheios



Mais alguns versos alheios...

“Outrora eu era de aqui...” mas "tem sangue eterno a asa ritmada" e assim vou seguindo, "surgindo e indo"... dizendo a mim mesmo... "segue pássaro contente", voa pra encontrar teu verão... segue q te aguardarei lá... chegar com teu sorriso quieto e alma estridente... “não há porque chorar”... veja, veja “quem és?” e acredite nisso...

Flávio Rocha e muitos outros “dentro de si mesmo”...

sábado, 10 de março de 2007



Esse ser, talvez pequeno

Bem,
esse ser está
e sempre esteve aqui dentro,
mesmo q a vida queira dar outras direções,
ele sempre reage
e ressurge,
cada vez um pouquinho mais maduro...
e ciente da sua missão
e de seus anseios...
sempre ciente tb,
q amar vale a pena,
seja quantas vezes
e forma for...
e q a cada pequeno sorriso
q extrai verdadeiramente de um outro...
ainda q dentro de reconhecimento de suas ilusões,
está sempre ganhando mais um pouquinho de si mesmo...
e sabendo-se estar no seu caminho certo,
por ser esse o caminho escolhido para si...
Esse ser, vive...
e não quer pouco da vida...
quer exatamente
o q a ele foi destinado...
esse talvez pequeno ser, sou eu...
sempre... sempre... sempre... sempre...

Flávio Rocha

E vamos aos testes...


Eu adoraria

Eu adoraria
Amar novamente,
como uma inocente criança q abre um novo presente...
pra beijar, abraçar...
mas com carinho,
apoiado em todos os sentidos do corpo, da alma, dos astros...
respirar fundo e ouvir a respiração do outro,
em meio a compassadas batidas de dois corações...
que de tão próximos, não se possa saber qual bate mais rápido e mais calmo,
como num rio q percorre seus caminhos...
de forma nem curta e nem longa demais,
mas de uma forma verdadeira e inteira...
e calma...
tranqüila...
longas risadas intimas...
usufruir da maior liberdade q existe...
a liberdade de estar completamente vivo e inteiro...
compartilhar de desventuras, aventuras, conquistas e sonhos...
ser feliz...
e talvez não todo o dia...
mas cada vez q olhar para o outro...
ser feliz... sempre, sempre, sempre...

Flávio Rocha

Primeira vez agente nunca esqueçe!!!!


Via ai minha primeira postagem... me segurei por muito tempo... mas agora estou aqui tb... vamos ver até quando eu aguento isso...


Foto by Caesar Moura